Junta tudo o que uma obra precisa num só lugar e põe a IA a trabalhar por ti — para uma equipa pequena produzir como as grandes, sem contratar mais gente.
Orçamentação, BIM, obra e financeiro — o que as grandes construtoras têm, sem a estrutura delas.
Lê, sugere, calcula e prepara documentos. A regra decide primeiro; a IA fica com o que sobra — e o custo diz-se antes de correr.
O que demorava dias resolve-se no mesmo sítio, com tudo ligado de ponta a ponta.
Cada peça alimenta a seguinte: o concurso vira proposta, a proposta vira obra, a obra vira custos, e os documentos saem no fim.
Composições, valores, KPIs e proposta em PDF. Importa de Excel, PDF e BIM.
Planeamento (Gantt, curva-S), frentes, autos, custos, horas e tesouraria.
Viewer IFC no browser, quantidades, COBie e objeto IFC ligado ao artigo da medição.
Cadastro e classificação por categoria, com consultas, cotações e encomendas.
Planos e documentos de segurança e saúde a partir dos dados da obra.
Autos, reuniões, mapas e rastreabilidade no formato que a fiscalização espera.
Faturas a clientes, faturas e pagamentos a fornecedores, contas correntes (de cliente e de fornecedor), tesouraria e créditos — ligados às obras e às encomendas.
E o que tens na contabilidade não se perde: o OREX produz os documentos ou integra-se com os programas de contabilidade do mercado (importa/exporta).
A integração com cada programa de contabilidade é configurada caso a caso.
RTLS (Real-Time Locating System) mostra, a cada momento, a posição de pessoas, equipamentos e materiais na obra — para segurança (zonas de risco, evacuações), proteger equipamento e medir deslocações.
Há localização de pessoas integrada nas obras (por GPS) num mapa; a seguir, equipamentos e materiais e o RTLS interior (antenas).
Dois ecrãs ligados ao Portal BASE do IMPIC, a fonte oficial da contratação pública portuguesa. Processos em Curso: os anúncios com prazo de propostas ainda aberto, ordenados pelo que fecha primeiro — e com aviso de quando faltam sete dias ou menos. Processos Adjudicados: os contratos já celebrados, com preço base, preço contratual e a diferença entre os dois.
Filtra por distrito, por ano, por adjudicatário e por faixa de valor. Só empreitadas — o que decide é o tipo de contrato, não o código CPV.
Um contrato celebrado hoje só é comunicado ao portal dentro de 20 dias úteis. Por isso a data da última actualização está sempre à vista: o que o ecrã mostra é o que a fonte já publicou, e diz-se quando foi.
Encontras o concurso no portal e carregas em trazer as peças. A aplicação descarrega o processo, confere se veio inteiro e abre o estudo já ligado ao concurso, com as peças lá dentro — como remessa selada, do mesmo modo que a entrega de um projectista.
Depois lê e arruma: cada peça é reconhecida e vai para o sítio dela — caderno de encargos, mapa de quantidades, peças desenhadas, fotografias. A especialidade e a fase saem do próprio nome do ficheiro. Ninguém arrasta pastas.
O mapa de quantidades de trabalho entra inteiro — trabalhos, capítulos e as linhas de texto que os separam. Apontas as colunas uma vez, e o mapeamento fica guardado para o mapa seguinte do mesmo projectista. O código do concurso não se altera: respondes artigo a artigo pelo número que a entidade escreveu, e um código teu só existe com a razão escrita ao lado.
E o que o mapa traz por baixo dos números não se perde. As notas e os títulos com âmbito viram requisitos do concurso — obrigações de execução e critérios de medição, ligados aos artigos a que se aplicam, em fila para quem confirma. As divergências entre o contratual e o medido aparecem com a diferença e a percentagem, na precisão que o próprio mapa declarou. E a lista das peças que constituem a proposta monta-se a partir do que o concurso pede.
Medido em concursos reais. O mesmo concurso trazido pelas duas portas — pelo portal e pela via tradicional — deu 451 ficheiros iguais bit a bit, nenhum corrompido, e 68 que nunca estiveram na plataforma. Quando falta alguma coisa, o que se diz é que falta.
Cada documento entra uma vez e fica ligado ao estudo, à obra, à consulta ou à encomenda. Ao selar a remessa do projectista, a aplicação arruma o que ela trouxe: um projecto por especialidade e fase, tirado do que a própria peça declara — sem ninguém andar a arrastar ficheiros entre pastas.
Os códigos seguem a ISO 19650. O modelo BIM é mais uma emissão da camada documental, com uma revisão por versão carregada — recarregar a arquitectura não cria um modelo novo, cria uma emissão nova do mesmo. E a correspondência e as submissões ao Dono de Obra ficam com histórico que não se reescreve.
Reclassificar uma peça muda o projecto onde ela aparece. Não há «mover para» — há «classificar como».
Agentes que enriquecem fornecedores, lançam cotações, vigiam as respostas e devolvem o mapa comparativo — fora de horas. De manhã, tens as propostas em cima da mesa.
Em desenvolvimentoA conta que interessa não é quanta IA se usa. É quanto trabalho se faz sem ter de a chamar — e saber o preço antes de carregar no botão.
Três fornecedores ligados, e cada empresa escolhe o seu e põe a sua chave. A chave é da empresa; o custo fica a quem pediu.
Reconhecer as peças de um concurso: 1 272 decisões saíram de regras, sem uma chamada e sem custo nenhum. Só 112 foram à IA — e vão em texto extraído, não em PDF inteiro.
Antes de correr, a aplicação diz quantas operações vão à IA e quanto custam no pior caso — e dá sempre dois botões: com IA, ou só pela regra, que não custa nada. Depois, o custo aparece em mais três sítios.
Demasiado grande para o Excel, demasiado prática para os ERP gigantes. Todas as especialidades:
O OREX está em uso real e ganha capacidades novas quase todos os dias. Os seis módulos lá em cima são só o cabeçalho: por baixo há muito mais, já instalado e a ser afinado com quem o usa.
Procuramos empresas de 1 a 8 milhões para serem das primeiras a usar o OREX em obra e ajudar a afiná-lo. Preenche aqui ao lado e enviamos-te o link de descarga por email, após uma validação rápida.